Bucket list: nadar com golfinhos

Uma atividade maravilhosa de se “fazer antes de morrer” é nadar com golfinhos.

Na verdade nunca foi uma grande vontade minha ou do Marcos, mas na nossa viagem a Cancun, era item essencial para a Carol, e optamos por ir junto! Foi uma ótima escolha, adoramos tudo! Eles têm aquela carinha de que estão sempre sorrindo, são muito fofos. Fora que são extremamente inteligentes (dizem que usam uma maior capacidade do cérebro que nós humanos) e, realmente, eles são bem espertinhos.

Nós fizemos carinho, demos comandos simples, beijinho, abraço, ouvimos o som deles embaixo da água, ficamos impressionados! Sem contar o mais divertido, que foi o “foot push”, quando dois deles vêm e nos empurram para a superfície, ficamos apoiados pelos pés, com um golfinho em cada lado e eles vão nos empurrando! Uma pena que não temos vídeo, porque não podíamos filmar ou fotografar no aquário em que fizemos o nado, mas tá bem guardado na memória.

Esse mergulho com golfinhos fizemos em nossa viagem à Cancun, e contamos tudo nessa postagem (clique aqui), aliás, vale conferir todos os vídeos dessa viagem, para se animar e se preparar para ir lá também!

No mesmo dia assistimos o show dos golfinhos no aquário, com três golfinhos saltando e fazendo graça, foi espetacular!

Quem tiver oportunidade de fazer o nado com golfinhos em alguma viagem, nós recomendamos, foi muito divertido!

golfinhos cancun

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Bucket list: tocar em tubarão e em arraia

Duas coisas que nem passavam perto da nossa lista de coisas para fazer antes de morrer, e acabamos fazendo “meio sem planejar” em nossa viagem a Cancun, México: tocar em um tubarão e em arraias.

Muita coisa nós ainda queremos fazer antes de morrer, e muitas coisas vamos fazendo por acaso, sem nem imaginar, conhecer, querer, planejar… mas tem coisas que mesmo sendo diferentes do nosso dia a dia, optamos por não fazer, por não fazer parte dos nossos gostos. Uma delas era tocar em um tubarão!

Quando fomos a Cancun, queríamos muito nadar com golfinhos (contamos como foi aqui), e no aquário interativo onde fomos, tinha uma piscina com várias arraias. Percebemos que o pessoal estava passando a mão nelas. Achamos diferente, mas não deu vontade de tocar nelas não! Aí pensamos melhor e… “bem, estamos aqui, tem um funcionário aqui cuidando, vamos nessa”!

Estou eu (Jo) lá curtindo passar a mão naquele ser gelatinoso que é uma arraia, quando se aproxima o tubarão que está no mesmo aquário. Dei um passo para trás para esperar o tubarão sair de perto. Nisso o funcionário que estava ao lado fala que o tubarão quase nunca vai ali, só as arraias vem pertinho da gente, era uma rara oportunidade. Bem, se era uma rara oportunidade ali num aquário, com um tubarão pequeninho, que outra oportunidade na vida teríamos para passar a mão em um tubarão??? Considerando que não temos nenhuma vontade de nadar com tubarões, nem esses “bem alimentados” etc… E então… passamos a mão no tubarão! Uau, uma coisa que nunca pensamos que faríamos! Nem eu, simplesmente porque nunca tive vontade, nem o Marcos, que acho que tem mais medo ainda que eu desses bichinhos (como ele diz, ele tem “respeito”)! A pele é áspera, a criatura é feita para resistir a qualquer coisa mesmo, parece uma pedra!

Registramos no vídeo nossa experiência, muito legal!!!

Bucket list: Comer comida libanesa

Eu adoro provar tudo que é tipo de comida, conhecer novos sabores… o Marcos nem tanto, mas me acompanha nas minhas aventuras gastronômicas, optando pelo que tiver de mais “normal” no cardápio.

Aproveitando o Restaurant Week que aconteceu em Floripa, de 22/09 a 12/10, fomos com nossos amigos Rhiane e Paulo conhecer um restaurante libanês que estava participando do evento.

Confesso que não sei qual a diferença entre culinária árabe e libanesa, imagino que dentre as cozinhas árabes, cada país tenha sua variação, seu tempero… Enfim, pelo cardápio, percebemos que os pratos são basicamente os mesmos que encontramos nos restaurantes intitulados “árabes”.

De qualquer forma, como fomos ao restaurante para provar o menu fixado para o Restaurant Week, as opções eram:

 Menu 1
-Entrada: Quibe frito – quibe recheado com carne moída, cebola e castanha do pará, temperado com especiarias e frito na hora
-Prato Principal: Fatti de mignon – mignon em cubos cozidos com grão de bico, servido com coalhada temperada em especiarias e coberto com amêndoas e torradas de pão árabe
-Sobremesa: Malabie – creme de leite aromatizado com água de laranjeira, coberto com nozes e amêndoas

 Menu 2
-Entrada: Fatouche – salada com alface, morango, hortelã, cenoura e torradas de pão árabe, temperada com molho especial do Chef
-Prato principal: Picanha à moda libanesa – fatias de picanha grelhada, servida com legumes cozidos e refogados na manteiga, acompanhada de arroz mediterrâneo
-Sobremesa: Ataif de castanhas – trouxinhas de nozes e amêndoas regadas com mel de laranjeira

 

Para provar tudo, cada casal pediu um de cada!

 Entradas

Quibe não é novidade para ninguém… eu gosto! Só acho que não foi “frito na hora” como na descrição.

O molho da salada era gostoso, só não encontrei as alfaces rsrsrs, foi substituído por repolho roxo.

Acabamos esquecendo de tirar fotos do quibe e da saladinha.

Pratos principais

O fatti de mignon foram cubinhos de carne servidos com bastante grão de bico, o que acabou deixando o prato com muito gosto do grão de bico, escondendo outros sabores e acabamos não gostando muito.

A picanha à moda libanesa estava mais apetitosa, servida com vagem, cenoura e batatas. Eu gostei da carne, mas o Marcos e o Paulo acharam um pouco insosso. Acompanhou arroz mediterrâneo, um arroz temperado e com amêndoas, torradas de pão árabe e tâmaras, o que agradou o Marcos que gosta de misturar doce e salgado.

Comida libanesa

Sobremesas

A sobremesa eu já sabia que não seria o ponto alto para mim, pois já havia comido vários doces árabes em São Paulo e não gostei… mas enfim, estávamos lá para provar!

O ataif de castanhas parecia um pastelzinho feito com massa de panqueca, recheado com nozes e coberto com amêndoas. A massinha era ok, mas talvez pelo mel de laranjeira tenha ficado muito doce e eu, o Marcos e a Rhiane só provamos. O Paulo foi corajoso e comeu até o final!

O malabie parecia um pudim branco, mas esse ninguém conseguiu comer até o final. Regado com água de laranjeira, a dúvida era se a cobertura melhorava ou piorava…

 

Não sabia que Florianópolis tinha um restaurante libanês, mas pelo que li na internet, esse tem uns 2 ou 3 anos. A decoração é no estilo árabe, com tapetes nas paredes, espadas, instrumentos musicais e um cantinho com produtos para venda. Acredito que o dono seja libanês, pois veio nos perguntar se tínhamos alguma ascendência árabe. Fomos num sábado, e teve apresentação de dança do ventre. Eu gosto de manifestações culturais, especialmente quando estou em algum lugar justamente para aprender sobre alguma cultura diferente. Foi uma pena que lá é um pouco pequeno, a apresentação foi entre as mesas e os clientes não estavam muito participativos… mas o Marcos até entrou no clima e batucou um riq (pandeiro) enquanto batíamos palmas!

Infelizmente não tivemos muito prazer com a comida, mas foi interessante conhecer o lugar, provar pratos típicos libaneses, conhecer um pouquinho do Líbano, mesmo que daqui do Brasil! E assim riscamos da lista de “coisas para fazer antes de morrer” o item comer comida libanesa!