Cancun, México – Dicas de viagem: Coco Bongo e Dicas Extras – Parte 5/5

Finalizando nossas dicas sobre Cancun, falamos um pouco sobre a balada Coco Bongo e otras cositas más.

COCO BONGO

Cancun tem toda a fama de ser um local de agito, de baladas e farra. De fato tem muitas baladas por lá, pelo que percebemos a maioria é de música eletrônica. Mas nossa viagem foi totalmente relax, fomos com intenção de aproveitar a praia e tomar vários drinks! Só não podíamos deixar de ir ao Coco Bongo, balada famosa por ter aparecido no filme “O Máscara”. Fomos e não nos decepcionamos, aliás, ao contrário, adoramos! Realmente “tem que ir”!

Pitacos do Casal_Cocobongo_01

Não é uma balada tradicional, é um show, com várias apresentações. São covers de artistas, de bandas, montagens de filmes, acrobacias… É muito divertido, a cada música, uma apresentação. Por ser um espetáculo, não é o tipo de balada que você volta várias vezes como a balada que você frequenta no fim de semana. Bem, fomos apenas em uma noite, mas acreditamos que sejam as mesmas apresentações todas as noites, podendo variar em alguns números.

Pitacos do Casal_Cocobongo_02

Compramos os ingressos com um representante do Coco Bongo no próprio hotel. Ele fica em um stand na área da piscina todo dia. O valor da entrada é U$70,00 de segunda-feira a quarta-feira e U$80,00 de quinta-feira a domingo, para pista, e de U$135,00 e U$145,00 para camarote. Não conseguimos baixar o valor da entrada, mas ganhamos um copo do Coco Bongo e por termos ido numa terça-feira, pagamos o valor de pista e ficamos em um espaço reservado, com mesinhas e um garçon à nossa disposição para nos trazer bebidas. O representante falou que de segunda-feira a quarta-feira a balada é melhor, pois não é tão cheia como de quinta-feira em diante. Ainda assim, estava lotada, nem consigo imaginar como seria no fim de semana com mais pessoas!

Pitacos do Casal_Cocobongo_03

Antes da viagem, ouvimos muitas pessoas reclamando que não conseguiam beber nas baladas com bebidas liberadas em Cancun. Porém, percebemos que (no Coco Bongo pelo menos) eles trabalham com esse esquema de garçons servindo nas mesas. Inclusive em alguns momentos saímos do local onde estávamos e passamos pelo bar e, realmente, não quiseram nos atender, ficavam fingindo que não nos viam e só atendiam aos garçons que iam até lá buscar as bebidas para suas mesas. Só serviam depois de algum tempo de paciência e insistência. O representante que nos vendeu as entradas nos alertou que no final deveríamos pagar “propina” (gorjeta) ao nosso garçon. Enfim, quem está na pista e não está sendo servido por um garçon deve mesmo ter mais dificuldade para pegar bebidas, mas fomos muito bem servidos.

Para ir ao Coco Bongo, nos buscaram de van em frente ao hotel, e chegando lá não enfrentamos fila, pois nosso representante estava lá nos esperando e nos colocou para dentro de cara. Ou seja, foi muito bom ter comprado com ele os ingressos em vez de ter feito tudo por conta, pois nos buscaram, não enfrentamos fila na entrada, ficamos em uma área diferenciada!

Para voltar é cada um por si. Tem muito táxi na frente e também tem a opção de ônibus. Os ônibus da Zona Hoteleira circulam durante a noite, custam U$1,00 e no nosso caso, estávamos a menos de 5 minutos do hotel.

 

DICAS EXTRAS

Transporte

Carro – Antes de viajar lemos muitas estórias de gente que alugou carro em Cancun e foi vítima de policiais pedindo propina ou atrasando os passeios atrás de alguma irregularidade. Não queríamos passar por isso e optamos por não alugar carro. Como comentamos aqui, talvez o carro fosse uma boa opção para o passeio a Chichén Itzá, para não ter que fazer todas as paradas do ônibus de turismo. Da mesma forma, para quem vai a Tulum ou aos parques Xcaret e Xel-Há, também pode ser interessante, mas não fizemos esses passeios, então não sabemos como é a estrada. De qualquer forma, diversas vezes vimos viaturas paradas nas estradas.

Táxi – táxi não tem erro né, só pedir para ser levado e ficar atento, como em qualquer cidade do mundo, para não ser trapaceado pelo taxista, como quase aconteceu conosco quando fomos ao Shopping Plaza Las Américas e contamos aqui.

Ônibus – para percorrer a Zona Hoteleira é uma opção barata e fácil. Os ônibus percorrem toda a avenida principal, onde estão a maioria dos hotéis/resorts, e custam apenas U$1,00 por pessoa cada trajeto. É só pedir para o motorista avisar no local onde você quer descer, ele avisa quando chegar.

Protetor solar

Lemos na internet que em Cancun só é permitido usar protetor solar biodegradável, quase achamos que não poderíamos entrar no México com protetor solar comum. Acontece que no hotel (piscina e praia) não há nenhuma restrição. Quando fomos ao cenote sagrado (passeio Chichén Itzá), o guia alertou que quem fosse mergulhar deveria passar antes por uma ducha para retirar protetor, óleos, maquiagem… mas ninguém teve que jogar fora seus tubos de protetor solar comum. Não vimos nada disso por lá além do cenote, mas é possível que a restrição aconteça em parques aquáticos como o Xcaret e o Xel-Há, por questões de preservação.

Gorjetas

Muita gente comenta que todos os prestadores de serviços em Cancun exigem gorjeta. Bem, no hotel todos atenderam sempre com muita boa vontade, sem nenhuma cobrança de propina. No quarto há um recadinho da camareira apresentando-se, lembrando de deixar gorjeta para ela. Na balada (Coco Bongo) o garçon responsável pela mesa espera sua propina, por ficar à disposição, e no passeio a Chichén Itzá o guia, no final, pede sua propina, com todas as letras, inclusive sugerindo pelo menos U$5,00 por casal (contamos no vídeo nessa publicação).

Chegada

O aeroporto de Cancun fica a aproximadamente 30 minutos da Zona Hoteleira. Tínhamos um trasfer, que esperava vários turistas, então não sabemos quanto sai o táxi do aeroporto até a Zona Hoteleira. Vale mencionar que as empresas de transfer ficam fora do aeroporto, na saída, e não logo no desembarque como é normalmente, você precisa ir até a saída para encontrar seu transfer. Um representante da empresa fica responsável por nós, na chegada, e para reservar o transfer da volta. Nos encontramos com ele no hotel e ele nos apresentou os pacotes de passeio da empresa. Acabamos não comprando nada com ele, pois os valores eram sempre mais altos que os valores que negociamos ao longo da semana…

Câmbio

Nós levamos dólares americanos e pagamos tudo sem fazer câmbio para peso mexicano. No entanto, o troco normalmente é em peso, que você pode usar para mais compras e para o ônibus. Se sobrar, há um stand de câmbio na área de embarque no aeroporto. Lembrando que no hotel não havia câmbio para dólar, por alguma restrição legal, não trocam a moeda e não aceitam pagamento em dólar (falamos aqui na publicação sobre o hotel).

Tax-back (devolução de taxas)

Super simples! Turistas no México têm direito a receber de volta uma porcentagem paga em taxas nas suas compras (tax back), quando a compra (em cada loja) for de no mínimo $1200 (pesos mexicanos) – aproximadamente U$80,00 (dólares americanos) e no máximo $3000 – aproximadamente U$200,00. Se o pagamento for realizado em cartão de crédito, não há limite máximo no valor da compra para aplicar para a devolução.

* Lembre de habilitar seu cartão de crédito para compras internacionais.

Na área de embarque, no aeroporto, no segundo andar, bem pertinho da escada rolante, há um stand onde pode ser solicitada a devolução das taxas. É só preencher um formulário que você pega lá mesmo, apresentar passaporte, cartão de crédito para depósito e as notas fiscais dos produtos. O formulário deve ser preenchido no nome do comprador, mas o cartão para devolução pode ter outro titular. O reembolso dá em torno de 9% do valor da compra. Atenção para as notas fiscais nas compras: em uma loja onde compramos perfumes no shopping a atendente falou que estava nos dando a nota para a devolução de taxa, no entanto o cupom que nos entregou não foi aceito no aeroporto. O estorno deve ser depositado após 40 dias da apresentação dos documentos. Fiquem atentos e aproveitem as compras!

Tomadas

Não esqueçam o adaptador para eletrônicos, a tomada é aquela nossa antiga, com duas saídas paralelas, pode ser utilizado adaptador universal, e a voltagem é 110v.

 

Mais da nossa viagem a Cancun:

– Clipe com highligths.

– Nossa experiência no Hotel Riu Caribe.

– Passeio Chichén Itzá e cenote sagrado.

– Shoppings e nado com golfinhos.

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Cancun, México – Dicas de viagem: shoppings e nado com golfinhos – Parte 4/5

Fomos nadar com golfinhos e contamos tudo aqui! Também falamos sobre compras em Cancun. Toda viagem pede umas comprinhas, nem que seja de souveniers, não é mesmo? Na verdade não fomos a Cancun com intenção de fazer compras, não fomos a muitos shoppings, mas contamos um pouco sobre o La Isla, o Kukulcan Plaza e o Plaza las Amercicas.

No vídeo mostramos o La Isla e o aquário onde nadamos com golfinhos:

La Isla Shopping Village

O La Isla fica no centro de Cancun, é de fácil acesso partindo de qualquer hotel da Zona Hoteleira, fica na Avenida Kukulcan, a avenida principal.

Mesmo para quem não quer fazer compras, vale o passeio. Ele é bem bonitinho, é aberto e na parte de trás tem um lago. É bastante movimentado, tem muitas marcas e também algumas lojinhas de produtos típicos/souveriers. Tem também restaurantes e agentes de turismo em quiosques.

Souveniers compramos tudo por ali mesmo, não fomos a nenhum mercado típico de artesanato.

Lago atras shopping La Isla, Cancun, México.

Nado com golfinhos

No Shopping La Isla fica um aquário interativo, onde você pode nadar com golfinhos e ver uma apresentação deles no fim do dia.

A compra para o mergulho com golfinhos pode ser realizada pelo site do aquário ou lá mesmo na bilheteria. Fomos na noite anterior até lá e deixamos agendado para o dia seguinte. Há 3 opções de mergulho: grupo de 10 pessoas (45 minutos), grupo de 4 pessoas (60 minutos) e casal (75 minutos). As atividades são diferentes em cada uma das opções. Como estávamos em quatro pessoas e queríamos fazer o “foot push”, atividade na qual dois golfinhos te sustentam sobre a água, optamos pelo grupo de 4 pessoas. O foot push só é feito nos grupos de 4 pessoas e casais.

Tocamos nos golfinhos, beijamos, abraçamos, fizemos o foot push… eles são muito inteligentes e foi tudo sensacional! Acabou rápido, mas valeu a pena, e também pensamos que ficar muito mais tempo ali começaria a ficar cansativo. Na verdade, marcamos a atividade para as 15h00, e a água da piscina estava bem gelada, então não foi tãaao agradável assim ficar na piscina. Lembrando que fomos em dezembro, quando lá é inverno. Nosso pitaco é agendar para de manhã ou mais próximo ao meio-dia durante o inverno. Acreditamos que no verão não tenha esse problema, pois a temperatura vai estar muito mais agradável. Depois da piscina, há chuveiros para banho quente e eles fornecem toalhas.

golfinhos cancun

golfinhos cancun

Os valores para o nado com golfinhos são salgadinhos, mas vale a dica que já demos antes de pechinchar. Conversamos lá com um agente de vendas do aquário e conseguimos um bom desconto para o grupo! Na finaleira eles vendem as fotos da atividade. Vale lembrar que não é permitido entrar na piscina com máquinas, só é possível tirar fotos do alto da piscina e do restante do aquário, sem flash. Então quem quiser fotos com os golfinhos tem que comprar deles e infelizmente não é nada barato.

O aquário em si não é tão rico em variedades, vale mais pela experiência com os golfinhos mesmo. O ticket para entrada no aquário também dá direito a voltar lá as 18h30, quando há uma apresentação dos golfinhos, dessa vez com os treinadores. É lindo! Como falamos, eles são muito inteligentes, além de serem muito rápidos, bem treinados, ah, e exibidos, quando veem uma câmera, aparecem para a foto. Ficamos maravilhados com o show! No vídeo acima mostramos um pouco do show.

Shopping Kukulcan Plaza

O Kukulcan é mais moderno, e seu chamariz é uma ala nobre, a Luxury Avenue. Também fica na Zona Hoteleira, mas acabamos não indo nesse shopping. A Carol e o Thiago foram, mas não acharam nada demais. Eles que estavam mais na pilha de ir ao shopping todo dia acabaram voltando várias vezes no La Isla, que gostaram mais.

Depoimento da Carol sobre o Kukulcan:

“Achamos uma decepção. Tinha muitas lojas fechadas para reforma e não tinha muita coisa de bonito e chique como esperávamos. Não procuramos muitas coisas além de cosméticos mas as coisas eram mais caras (uns 10%) e tudo que vimos ali tinha também no La Isla, inclusive algumas lojas de grife. Fora da praça de alimentação vimos dois restaurantes bem bonitos que pareciam bons e caros.”

Museu da Tequila

No Kukulcan fica o Museu da Tequila, queríamos ir lá para conhecer, mas preferimos tomar uns drinks no hotel rsrs. A Carol e o Thiago foram no museu, e falaram que não perdemos nada, que era um canto dentro de uma loja de presentes, escuro, sem guia, sem explicações.

Plaza Las Americas Shopping

Fica fora da Zona Hoteleira, não estava em nossos planos, mas como o tempo fechou, fomos lá num fim de tarde conhecê-lo. Não tem nenhum ônibus que vai direto da zona hoteleira até lá, mas pegamos um ônibus que deixa a umas quatro quadras do shopping. Pedimos para avisarem onde tínhamos que saltar do ônibus, e depois pedimos informação na rua. Foi simples de chegar. O retorno é da mesma forma, percorremos o mesmo caminho até o ponto e voltamos para o hotel. Para quem não quer se aventurar a pegar ônibus de linha, o táxi custa em torno de 10 dólares cada trecho (lembrando que o ônibus é um dólar por pessoa). Tem que ficar ligado, porque um taxista quis nos cobrar 100 dólares, e quando percebeu que não iríamos, falou que era 10 dólares, olha a cara de pau!

Nesse shopping não tem tantos turistas, até porque é fora do circuito turístico, mas estava bem cheio (do pessoal de lá mesmo). É bem legal, tem boas lojas e os preços são um pouco melhores que o La Isla. As lojas de perfume tem preços melhores que no free shop, fica a dica!

 

Mais da nossa viagem a Cancun:

Clipe com highligths

Nossa experiência no Hotel Riu Caribe

Passeio Chichén Itzá e cenote sagrado

Balada: Coco Bongo

Cancún – Dicas Extras