Cancun, México – Dicas de viagem: Coco Bongo e Dicas Extras – Parte 5/5

Finalizando nossas dicas sobre Cancun, falamos um pouco sobre a balada Coco Bongo e otras cositas más.

COCO BONGO

Cancun tem toda a fama de ser um local de agito, de baladas e farra. De fato tem muitas baladas por lá, pelo que percebemos a maioria é de música eletrônica. Mas nossa viagem foi totalmente relax, fomos com intenção de aproveitar a praia e tomar vários drinks! Só não podíamos deixar de ir ao Coco Bongo, balada famosa por ter aparecido no filme “O Máscara”. Fomos e não nos decepcionamos, aliás, ao contrário, adoramos! Realmente “tem que ir”!

Pitacos do Casal_Cocobongo_01

Não é uma balada tradicional, é um show, com várias apresentações. São covers de artistas, de bandas, montagens de filmes, acrobacias… É muito divertido, a cada música, uma apresentação. Por ser um espetáculo, não é o tipo de balada que você volta várias vezes como a balada que você frequenta no fim de semana. Bem, fomos apenas em uma noite, mas acreditamos que sejam as mesmas apresentações todas as noites, podendo variar em alguns números.

Pitacos do Casal_Cocobongo_02

Compramos os ingressos com um representante do Coco Bongo no próprio hotel. Ele fica em um stand na área da piscina todo dia. O valor da entrada é U$70,00 de segunda-feira a quarta-feira e U$80,00 de quinta-feira a domingo, para pista, e de U$135,00 e U$145,00 para camarote. Não conseguimos baixar o valor da entrada, mas ganhamos um copo do Coco Bongo e por termos ido numa terça-feira, pagamos o valor de pista e ficamos em um espaço reservado, com mesinhas e um garçon à nossa disposição para nos trazer bebidas. O representante falou que de segunda-feira a quarta-feira a balada é melhor, pois não é tão cheia como de quinta-feira em diante. Ainda assim, estava lotada, nem consigo imaginar como seria no fim de semana com mais pessoas!

Pitacos do Casal_Cocobongo_03

Antes da viagem, ouvimos muitas pessoas reclamando que não conseguiam beber nas baladas com bebidas liberadas em Cancun. Porém, percebemos que (no Coco Bongo pelo menos) eles trabalham com esse esquema de garçons servindo nas mesas. Inclusive em alguns momentos saímos do local onde estávamos e passamos pelo bar e, realmente, não quiseram nos atender, ficavam fingindo que não nos viam e só atendiam aos garçons que iam até lá buscar as bebidas para suas mesas. Só serviam depois de algum tempo de paciência e insistência. O representante que nos vendeu as entradas nos alertou que no final deveríamos pagar “propina” (gorjeta) ao nosso garçon. Enfim, quem está na pista e não está sendo servido por um garçon deve mesmo ter mais dificuldade para pegar bebidas, mas fomos muito bem servidos.

Para ir ao Coco Bongo, nos buscaram de van em frente ao hotel, e chegando lá não enfrentamos fila, pois nosso representante estava lá nos esperando e nos colocou para dentro de cara. Ou seja, foi muito bom ter comprado com ele os ingressos em vez de ter feito tudo por conta, pois nos buscaram, não enfrentamos fila na entrada, ficamos em uma área diferenciada!

Para voltar é cada um por si. Tem muito táxi na frente e também tem a opção de ônibus. Os ônibus da Zona Hoteleira circulam durante a noite, custam U$1,00 e no nosso caso, estávamos a menos de 5 minutos do hotel.

 

DICAS EXTRAS

Transporte

Carro – Antes de viajar lemos muitas estórias de gente que alugou carro em Cancun e foi vítima de policiais pedindo propina ou atrasando os passeios atrás de alguma irregularidade. Não queríamos passar por isso e optamos por não alugar carro. Como comentamos aqui, talvez o carro fosse uma boa opção para o passeio a Chichén Itzá, para não ter que fazer todas as paradas do ônibus de turismo. Da mesma forma, para quem vai a Tulum ou aos parques Xcaret e Xel-Há, também pode ser interessante, mas não fizemos esses passeios, então não sabemos como é a estrada. De qualquer forma, diversas vezes vimos viaturas paradas nas estradas.

Táxi – táxi não tem erro né, só pedir para ser levado e ficar atento, como em qualquer cidade do mundo, para não ser trapaceado pelo taxista, como quase aconteceu conosco quando fomos ao Shopping Plaza Las Américas e contamos aqui.

Ônibus – para percorrer a Zona Hoteleira é uma opção barata e fácil. Os ônibus percorrem toda a avenida principal, onde estão a maioria dos hotéis/resorts, e custam apenas U$1,00 por pessoa cada trajeto. É só pedir para o motorista avisar no local onde você quer descer, ele avisa quando chegar.

Protetor solar

Lemos na internet que em Cancun só é permitido usar protetor solar biodegradável, quase achamos que não poderíamos entrar no México com protetor solar comum. Acontece que no hotel (piscina e praia) não há nenhuma restrição. Quando fomos ao cenote sagrado (passeio Chichén Itzá), o guia alertou que quem fosse mergulhar deveria passar antes por uma ducha para retirar protetor, óleos, maquiagem… mas ninguém teve que jogar fora seus tubos de protetor solar comum. Não vimos nada disso por lá além do cenote, mas é possível que a restrição aconteça em parques aquáticos como o Xcaret e o Xel-Há, por questões de preservação.

Gorjetas

Muita gente comenta que todos os prestadores de serviços em Cancun exigem gorjeta. Bem, no hotel todos atenderam sempre com muita boa vontade, sem nenhuma cobrança de propina. No quarto há um recadinho da camareira apresentando-se, lembrando de deixar gorjeta para ela. Na balada (Coco Bongo) o garçon responsável pela mesa espera sua propina, por ficar à disposição, e no passeio a Chichén Itzá o guia, no final, pede sua propina, com todas as letras, inclusive sugerindo pelo menos U$5,00 por casal (contamos no vídeo nessa publicação).

Chegada

O aeroporto de Cancun fica a aproximadamente 30 minutos da Zona Hoteleira. Tínhamos um trasfer, que esperava vários turistas, então não sabemos quanto sai o táxi do aeroporto até a Zona Hoteleira. Vale mencionar que as empresas de transfer ficam fora do aeroporto, na saída, e não logo no desembarque como é normalmente, você precisa ir até a saída para encontrar seu transfer. Um representante da empresa fica responsável por nós, na chegada, e para reservar o transfer da volta. Nos encontramos com ele no hotel e ele nos apresentou os pacotes de passeio da empresa. Acabamos não comprando nada com ele, pois os valores eram sempre mais altos que os valores que negociamos ao longo da semana…

Câmbio

Nós levamos dólares americanos e pagamos tudo sem fazer câmbio para peso mexicano. No entanto, o troco normalmente é em peso, que você pode usar para mais compras e para o ônibus. Se sobrar, há um stand de câmbio na área de embarque no aeroporto. Lembrando que no hotel não havia câmbio para dólar, por alguma restrição legal, não trocam a moeda e não aceitam pagamento em dólar (falamos aqui na publicação sobre o hotel).

Tax-back (devolução de taxas)

Super simples! Turistas no México têm direito a receber de volta uma porcentagem paga em taxas nas suas compras (tax back), quando a compra (em cada loja) for de no mínimo $1200 (pesos mexicanos) – aproximadamente U$80,00 (dólares americanos) e no máximo $3000 – aproximadamente U$200,00. Se o pagamento for realizado em cartão de crédito, não há limite máximo no valor da compra para aplicar para a devolução.

* Lembre de habilitar seu cartão de crédito para compras internacionais.

Na área de embarque, no aeroporto, no segundo andar, bem pertinho da escada rolante, há um stand onde pode ser solicitada a devolução das taxas. É só preencher um formulário que você pega lá mesmo, apresentar passaporte, cartão de crédito para depósito e as notas fiscais dos produtos. O formulário deve ser preenchido no nome do comprador, mas o cartão para devolução pode ter outro titular. O reembolso dá em torno de 9% do valor da compra. Atenção para as notas fiscais nas compras: em uma loja onde compramos perfumes no shopping a atendente falou que estava nos dando a nota para a devolução de taxa, no entanto o cupom que nos entregou não foi aceito no aeroporto. O estorno deve ser depositado após 40 dias da apresentação dos documentos. Fiquem atentos e aproveitem as compras!

Tomadas

Não esqueçam o adaptador para eletrônicos, a tomada é aquela nossa antiga, com duas saídas paralelas, pode ser utilizado adaptador universal, e a voltagem é 110v.

 

Mais da nossa viagem a Cancun:

– Clipe com highligths.

– Nossa experiência no Hotel Riu Caribe.

– Passeio Chichén Itzá e cenote sagrado.

– Shoppings e nado com golfinhos.

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Cancun, México – Dicas de viagem: shoppings e nado com golfinhos – Parte 4/5

Fomos nadar com golfinhos e contamos tudo aqui! Também falamos sobre compras em Cancun. Toda viagem pede umas comprinhas, nem que seja de souveniers, não é mesmo? Na verdade não fomos a Cancun com intenção de fazer compras, não fomos a muitos shoppings, mas contamos um pouco sobre o La Isla, o Kukulcan Plaza e o Plaza las Amercicas.

No vídeo mostramos o La Isla e o aquário onde nadamos com golfinhos:

La Isla Shopping Village

O La Isla fica no centro de Cancun, é de fácil acesso partindo de qualquer hotel da Zona Hoteleira, fica na Avenida Kukulcan, a avenida principal.

Mesmo para quem não quer fazer compras, vale o passeio. Ele é bem bonitinho, é aberto e na parte de trás tem um lago. É bastante movimentado, tem muitas marcas e também algumas lojinhas de produtos típicos/souveriers. Tem também restaurantes e agentes de turismo em quiosques.

Souveniers compramos tudo por ali mesmo, não fomos a nenhum mercado típico de artesanato.

Lago atras shopping La Isla, Cancun, México.

Nado com golfinhos

No Shopping La Isla fica um aquário interativo, onde você pode nadar com golfinhos e ver uma apresentação deles no fim do dia.

A compra para o mergulho com golfinhos pode ser realizada pelo site do aquário ou lá mesmo na bilheteria. Fomos na noite anterior até lá e deixamos agendado para o dia seguinte. Há 3 opções de mergulho: grupo de 10 pessoas (45 minutos), grupo de 4 pessoas (60 minutos) e casal (75 minutos). As atividades são diferentes em cada uma das opções. Como estávamos em quatro pessoas e queríamos fazer o “foot push”, atividade na qual dois golfinhos te sustentam sobre a água, optamos pelo grupo de 4 pessoas. O foot push só é feito nos grupos de 4 pessoas e casais.

Tocamos nos golfinhos, beijamos, abraçamos, fizemos o foot push… eles são muito inteligentes e foi tudo sensacional! Acabou rápido, mas valeu a pena, e também pensamos que ficar muito mais tempo ali começaria a ficar cansativo. Na verdade, marcamos a atividade para as 15h00, e a água da piscina estava bem gelada, então não foi tãaao agradável assim ficar na piscina. Lembrando que fomos em dezembro, quando lá é inverno. Nosso pitaco é agendar para de manhã ou mais próximo ao meio-dia durante o inverno. Acreditamos que no verão não tenha esse problema, pois a temperatura vai estar muito mais agradável. Depois da piscina, há chuveiros para banho quente e eles fornecem toalhas.

golfinhos cancun

golfinhos cancun

Os valores para o nado com golfinhos são salgadinhos, mas vale a dica que já demos antes de pechinchar. Conversamos lá com um agente de vendas do aquário e conseguimos um bom desconto para o grupo! Na finaleira eles vendem as fotos da atividade. Vale lembrar que não é permitido entrar na piscina com máquinas, só é possível tirar fotos do alto da piscina e do restante do aquário, sem flash. Então quem quiser fotos com os golfinhos tem que comprar deles e infelizmente não é nada barato.

O aquário em si não é tão rico em variedades, vale mais pela experiência com os golfinhos mesmo. O ticket para entrada no aquário também dá direito a voltar lá as 18h30, quando há uma apresentação dos golfinhos, dessa vez com os treinadores. É lindo! Como falamos, eles são muito inteligentes, além de serem muito rápidos, bem treinados, ah, e exibidos, quando veem uma câmera, aparecem para a foto. Ficamos maravilhados com o show! No vídeo acima mostramos um pouco do show.

Shopping Kukulcan Plaza

O Kukulcan é mais moderno, e seu chamariz é uma ala nobre, a Luxury Avenue. Também fica na Zona Hoteleira, mas acabamos não indo nesse shopping. A Carol e o Thiago foram, mas não acharam nada demais. Eles que estavam mais na pilha de ir ao shopping todo dia acabaram voltando várias vezes no La Isla, que gostaram mais.

Depoimento da Carol sobre o Kukulcan:

“Achamos uma decepção. Tinha muitas lojas fechadas para reforma e não tinha muita coisa de bonito e chique como esperávamos. Não procuramos muitas coisas além de cosméticos mas as coisas eram mais caras (uns 10%) e tudo que vimos ali tinha também no La Isla, inclusive algumas lojas de grife. Fora da praça de alimentação vimos dois restaurantes bem bonitos que pareciam bons e caros.”

Museu da Tequila

No Kukulcan fica o Museu da Tequila, queríamos ir lá para conhecer, mas preferimos tomar uns drinks no hotel rsrs. A Carol e o Thiago foram no museu, e falaram que não perdemos nada, que era um canto dentro de uma loja de presentes, escuro, sem guia, sem explicações.

Plaza Las Americas Shopping

Fica fora da Zona Hoteleira, não estava em nossos planos, mas como o tempo fechou, fomos lá num fim de tarde conhecê-lo. Não tem nenhum ônibus que vai direto da zona hoteleira até lá, mas pegamos um ônibus que deixa a umas quatro quadras do shopping. Pedimos para avisarem onde tínhamos que saltar do ônibus, e depois pedimos informação na rua. Foi simples de chegar. O retorno é da mesma forma, percorremos o mesmo caminho até o ponto e voltamos para o hotel. Para quem não quer se aventurar a pegar ônibus de linha, o táxi custa em torno de 10 dólares cada trecho (lembrando que o ônibus é um dólar por pessoa). Tem que ficar ligado, porque um taxista quis nos cobrar 100 dólares, e quando percebeu que não iríamos, falou que era 10 dólares, olha a cara de pau!

Nesse shopping não tem tantos turistas, até porque é fora do circuito turístico, mas estava bem cheio (do pessoal de lá mesmo). É bem legal, tem boas lojas e os preços são um pouco melhores que o La Isla. As lojas de perfume tem preços melhores que no free shop, fica a dica!

 

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Passeio Chichén Itzá e cenote sagrado

Balada: Coco Bongo

Cancún – Dicas Extras

 

Cancun, México – Chichén Itzá – Parte 3/5

Nossa viagem a Cancun, México, nos proporcionou a visita a uma das novas maravilhas do mundo moderno: parque arqueológico Chichén Itzá. De todos os passeios possíveis, esse era certeza que faríamos. Fico impressionada com o que civilizações antigas construíram, e estava ansiosa para conhecer a famosa pirâmide!

No vídeo mostramos como foi o passeio, e abaixo outros detalhes:

Pesquisamos pela internet, antes de viajar, em algumas empresas de turismo que atendem em Cancun, e sabíamos que os pacotes giravam em torno de U$80,00. Chegando lá, nos panfletos que recebemos, os valores iam de U$80 a U$120. Andando pelo Shopping La Isla, encontramos um agente de turismo que nos ofereceu por U$55, se aceitássemos fazer uma visita a um hotel para uma palestra de propaganda do local. Básica choradinha e fechamos por esse valor sem ter que fazer a visitação ao hotel, ou seja, tudo por lá é negociável. Achamos que estávamos arrasando, mas no passeio encontramos outro brasileiro que falou ter fechado por U$50. Não sabemos se ele foi à tal palestra, ou se teve desconto porque comprou diversos passeios (comprando vários tours, eles também dão bons descontos).

Uma van nos buscou no hotel, às 7h00, e nos levou até um local para o check in, onde tinha grupos que iriam para diversos passeios: Chichen Itzá, Xcaret, Xel-Há etc. Foram divididos os grupos para os tours em espanhol e inglês, e cada um seguiu no seu ônibus.

piramide el castillo chichen itza mexico

Uma hora de trajeto e há uma parada para banheiros. Mais uma hora e passamos pela cidade de Valladolid. Os panfletos anunciam Valladolid como parte do pacote, mas apenas vimos a praça principal e a catedral de dentro do ônibus mesmo. Que bom!! Porque não tem nada de especial e queríamos chegar logo ao destino. Mas paramos logo na sequência em frente ao Convento de Sisal, para visitação e fotos.

convento sisal mexico

Quando voltamos ao ônibus, o guia nos falou que um estudante maia tiraria fotos de todos, para controle de turistas. Baita mentira, o cara era chato e insistente, e por fim na próxima parada ele entrou no ônibus para vender garrafinhas de uma bebida local (“típica maia”), cada uma com rótulo com as fotos dos turistas, a U$20.

Em seguida fomos levados ao local do almoço, incluído no passeio. Não sem antes você entrar na lojinha que tem ao lado do restaurante para fazer compras, e nos seguraram ali por 40 minutos.

O almoço foi anunciado como típico maia. Foram servidos nachos, frango, espagueti, arroz… se tinha alguma coisa de maia ali devia ser um molho vermelho (leia-se salsa picantíiiissima) que o Thiago teve a infeliz ideia de provar, para quase morrer.

Mais 30 minutos de viagem e já era 14h00 quando finalmente chegamos ao parque do Chichén Itzá. Fomos recepcionados por um guia que falou sobre o local durante aproximadamente 30 minutos. Depois ficamos livres por uma hora para explorar o parque. Várias fotos na pirâmide El Castillo, claro! Infelizmente não se pode mais subir nela há 8 anos, desde 2006, mas valeu muito poder vê-la, impressionante. Apesar de não se poder mais subir na pirâmide, o guia comentou que a Shakira gravou um clipe lá, mesmo depois da interdição.

el castillo piramide chichen itza mexico

chichen itza mil colunas mexico

mil colunas chichen itza mexico

Por todo o parque há comércio de produtos típicos, lembrancinhas… e é tudo mais barato que no local onde nos levaram antes do almoço! Também é mais barato que em Cancun. Só tem que ficar ligado porque os vendedores lá são metidos a espertos, ficam tentando chamar a atenção a todo custo, anunciam mercadoria por X dólares, e quando você para para ver, o que era 1 dólar vira 30 dólares. De qualquer forma, aquela velha dica de pechinchar um pouco…

Saindo do Chichén Itzá fomos a um cenote, piscina natural, considerada sagrada para os maias. É um buraco/caverna, com uma piscina no fundo, muito bonito! Como a água do mar estava geladinha, pensamos que ali estaria mais fria ainda, mas qual outra chance de nadar em um cenote? Entramos, pulamos, nadamos, foi uma delícia! E a água não era tão fria… (lembrando que fomos no inverno, em dezembro, nas outras estações deve ser melhor ainda!).

Levem roupa de banho! Lá no cenote tem uma estrutura com chuveiros e vestiário, mas é importantíssimo não esquecer de levar toalha e roupa seca para trocar.

Não sabemos exatamente a profundidade do cenote… o guia falava em 75 pés, que não sabemos se era de paredes ou das águas. Na internet vi sites que vão desde 30 metros até 150 metros… a única certeza é de que não dá pé!

cenote sagrado ik kil chichen itza mexico

A volta durou 3 horas, o ônibus foi com as luzes apagadas para o pessoal poder descansar, e em Cancun foi deixando cada um em seu hotel. No fim do passeio o guia literalmente pediu propina, que nada mais é do que a velha e boa gorjeta, inclusive sugeriu o valor de U$5, mas pouca gente pagou, provavelmente pelo tempo que nos fizeram esperar até liberarem o almoço para o pessoal.

Transporte

Antes de viajar, vimos na internet muitas pessoas comentando que alugaram carro em Cancun e que apesar de ser super fácil de dirigir por lá, foram alvos de blitz nas quais tinham que deixar dinheiro para policiais, ou ficavam lá esperando por horas. Não queríamos passar por esse tipo de situação, e optamos por ir ao Chichén Itzá de ônibus, por agência. Foi bem sossegado, mas talvez quem vai de carro alugado tenha a vantagem de poder ir direto ao Chichen Itzá, sem ter que fazer tantas paradas antes de chegar lá, que consideramos desnecessárias e cansativas.

O passeio foi ótimo, adoramos conhecer o sítio arqueológico! Quem estiver por perto e tiver a oportunidade, não pode deixar de conhecer uma das novas maravilhas do mundo!

 

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Nado com golfinhos

Balada: Coco Bongo

Cancún – Dicas Extras

Cancun, México – Hotel Riu Caribe – Parte 2/5

Em dezembro fomos para Cancun, no México, com um casal de amigos, a Carol e o Thiago. Programamos com bastante antecedência e foi super legal curtir a viagem ainda antes de ir, pois pesquisávamos sobre os passeios, trocávamos fotos…

Aqui vamos falar um pouco do hotel e da praia.

No vídeo a seguir mostramos várias partes do hotel, e abaixo descrevemos mais detalhes, confiram:

Normalmente quando viajamos, queremos conhecer tudo da cidade e o hotel serve só para dormir. Essa viagem foi bem diferente, fomos com a intenção de ficar na praia, tomar banho de sol e aproveitar as dependências do hotel. Foi uma viagem basicamente para descansar! Por isso, optamos por hotel com sistema all inclusive, ou seja, comida e bebidas liberados o dia todo – vários hotéis em Cancun (acredito que a maioria na Zona Hoteleira) oferecem diárias nesse sistema, o nosso foi o Riu Caribe.

Pelo que pesquisamos, cada hotel na Zona Hoteleira tem seu acesso à praia, e a faixa em frente ao hotel acaba sendo particular, com uso apenas dos hóspedes. Achamos que se fôssemos caminhando pela praia, poderíamos percorrer toda a extensão, mas nos deparamos com pedras dos dois lados da praia em frente ao nosso hotel, ou seja, não teve mesmo como ir para as praias dos demais hoteis.

Tínhamos lido na internet que existem três praias públicas, usadas pelos hóspedes de hoteis que não são de frente para o mar, e pelos locais. Até planejamos ir a uma delas para ver uma praia diferente, mas acabou não dando tempo, pois estávamos aproveitando nossa prainha!

A praia

A praia é maravilhosa, areia branquinha, mar lindo demais, com água calminha e cristalina. O hotel conta com bangalôs na praia e várias espreguiçadeiras. Algumas pessoas reservam as cadeiras de manhã cedo, mas nunca tivemos problemas em consegui-las.

praia - hotel Riu Caribe, Cancun

praia - hotel Riu Caribe, Cancun

praia - hotel Riu Caribe, Cancun

Como fomos em dezembro, inverno lá, a água não estava bem quentinha, mas um mergulho e o corpo logo acostuma.

O sol se esconde cedo, a praia vai sendo coberta pela sombra do próprio hotel, o ideal é curtir a praia de manhã e início da tarde, se quiser aproveitar o sol.

O hotel

O hotel tem uma estrutura bem legal.

O check in é às 3h. Chegamos no hotel por volta de meio dia, e tinha quarto liberado. Não precisamos ficar esperando, mas se precisasse, o hotel já libera a pulseirinha, que permite que você almoce e utilize os bares, enquanto as bagagens ficam no saguão. Da mesma forma, o check out é meio dia, mas você pode deixar as bagagens no saguão e almoçar antes de ir embora.

Todos os quartos têm vista para o mar, beautiful!

vista do quarto - hotel Riu Caribe, Cancun

São duas piscinas, uma maior, central, com restaurante ao lado e onde acontecem as atividades de recreação na piscina, e outra mais reservada, na qual percebemos que tinha um pessoal mais velho.

Tem espreguiçadeiras em torno das piscinas, e também na praia, e são disponibilizadas toalhas para uso nessas áreas.

piscina - hotel Riu Caribe, Cancun

O hotel tem uma equipe de recreação, responsável por atividades durante todo o dia, incluindo aula de alongamento na praia, jogos com bola na praia e na piscina, entretenimento para quem está na praia e no hotel, como aulas de espanhol, apresentação à noite, no teatro, até ida com os hóspedes às baladas de Cancun. A equipe é bem animada!

O lobby é bem grande, com dois bares, mesinhas e sofás. Ali os hóspedes têm acesso à internet wifi gratuita, por 90 minutos contínuos diários. Quem quer internet irrestrita, pode comprar pacotes de 1, 3 ou 5 dias, girando em torno de 10 a 12 dólares americanos por dia.

O hotel conta com um spa, com serviços pagos a parte, mas não chegamos a ir lá.

Tem um teatro, onde todas as noites o grupo de recreação faz uma apresentação. É uma boa opção para quem não vai sair, vai ficar pelo hotel tomando alguns drinks antes de dormir.

Também vimos que tem duas quadras de tênis e no site diz que tem academia. Não chegamos a ir a nenhum deles, não tomamos nem conhecimento de como chegar lá rsrs.

Interessante mencionar que o hotel não faz câmbio com dólar americano. Eles trocam outras moedas, mas tem um comunicado dizendo que não estão autorizados a fazer troca de dólar. Até por isso, os serviços do hotel devem ser pagos em pesos.

Alimentação

Nosso hotel tinha um restaurante principal, onde é servido café da manhã, almoço e janta, tudo em sistema buffet. Em todas as refeições tem bastante opção de comidas, e os garçons servem bebidas na mesa.

Ao lado da piscina maior também são servidos café da manhã e almoço. O almoço fica ali a tarde toda, para quem quiser lanchar. À noite este restaurante serve janta (steak house), mediante reserva.

Outros dois restaurantes dentro do hotel servem janta também apenas mediante reserva, um de comida mexicana e outro de comida asiática.

Ao lado da piscina mais reservada tem um bar que serve pizza. Há, ainda, um Sports Bar, que fica aberto 24h, para quem quiser comer enquanto os outros restaurantes não estiverem abertos, porém as opções ali são de nachos e sanduíches prontos.

Restaurantes especiais

A janta fica disponível no restaurante principal normamente, e quem quiser ir nos restaurantes especiais, deve fazer reserva com 2 dias de antecedência.

Restaurante mexicano – o que mais queríamos ir, pela comida rsrs. Esse restaurante é bem bonito, e fomos recepcionados com tequila! Arriba!! Há um buffet com opções de entrada, saladas, nachos… essa parte adoramos! O prato principal é servido a la carte, e pedimos um steak que ninguém gostou (bem, o Thiago gostou :P) pois era muito gorduroso. Acabamos voltando a nos servir no buffet, como comida principal.

Restaurante asiático – também tem uma decoração bem bonita, mas a comida deixou muito a desejar. Os meninos queriam comer sushi, mas as opções eram meio desmaiadas… E os pratos principais eram dispostos em buffet, basicamente de comida chinesa. Infelizmente não gostei de nada, e eu e o Marcos saímos dali e fomos jantar no restaurante principal. Isso que a Carol já tinha jantado no restaurante principal antes de irmos para lá, pois não curte a culinária, foi para conhecer e acompanhar.

Restaurante steak house – o restaurante da piscina que à noite serve steaks, nada demais na decoração, mas o prato principal foi das melhores comidas do hotel. Nosso steak estava muito bom, porém não era muito grande e o garçon não permitiu que pedíssemos mais de um prato… estranhamos, pois a comida é toda liberada no hotel, mas acabamos indo ao restaurante principal para comer mais um pouquinho.

Nas noites em que fomos jantar nos restaurantes mexicano e asiático, depois fomos ao restaurante principal e vimos que as mesmas comidas estavam sendo servidas lá. É que eles fazem jantas temáticas em algumas noites, servindo o mesmo que nesses restaurantes. Ou seja, teríamos comido a mesma comida, além de todas as outras opções tradicionais do buffet principal. Valeu mais por conhecer mais um pedacinho do hotel e ver a decoração, mas se for pela comida, nossa conclusão foi que não é tãooo necessário assim fazer essas reservas.

Bebidas

Para as bebidas, não tem horário, o hotel serve o dia todo. Tem bar no lobby, que serve drinks, chopp e café, além de bares nas duas piscinas, no Sports Bar e no teatro. Nos bares das piscinas as bebidas são servidas em copos de plásticos, e você pode levar para a praia. Também fica passando garçon, que oferece bebidas na praia, para quem não quer subir até o bar.

pina colada, Cancun

Além disso tudo, no quarto o frigobar estava cheio, com cerveja, refris e água, além de ter quatro garrafas de destilados – tequila, rum, vodca e gin. Mas com tantas opções de drinks nos bares, as garrafas nos quartos não são essenciais, nem usamos (só tequila na chegada para brindar né!!).

 

Aproveitamos demais o hotel! Nosso pitaco é que antes de escolher o hotel, vocês façam uma pesquisa na internet, como nós fizemos, para ver o que seu hotel oferece, para não se decepcionar.

Nas próximas postagem vamos falar dos passeios fora do hotel – Chichen Itzá, Coco Bongo, shoppings.

 

Mais da nossa viagem a Cancun:

Clipe com highligths

Passeio Chichén Itzá

Dicas sobre shoppings

Nado com golfinhos

Balada: Coco Bongo

Cancún – Dicas Extras

Cancun – highlights – Parte 1/5

Estávamos de férias e fizemos a tão esperada viagem a Cancun! Foi ótima e logo, logo, vamos publicar sobre os passeios, para quem quiser alguns pitacos para planejar a sua trip.

Enquanto isso, segue nosso clipe com alguns momentos, para motivar quem está em dúvida…

A música é o som que está bombando em Cancun, ouvíamos no hotel e o Coco Bongo foi abaixo quando tocou!

 

Todas as dicas para quem vai a Cancun aqui:

Dicas do hotel – Riu Caribe

Passeio Chichén Itzá

Dicas sobre shoppings

Nado com golfinhos

Balada: Coco Bongo

Cancún – Dicas Extras